Deus e o Diabo na Terra do Sol
- Ranking: 206º
- Média: 9,24 (27 votos)
- Direção:
- Glauber Rocha
- Ano:
- 1964
- País:
- Brasil
- Gênero:
- Drama
- Duração:
- 115 min. / p&b
- Título Original:
- Deus e o Diabo na Terra do Sol
- Título em inglês:
- God and the Devil in the Land of the Sun
- Elenco:
- Yoná Magalhães, Othon Bastos, Maurício do Valle, Lidio Silva, Sonia Dos Humildes, João Gama, Antonio Pinto, Milton Rosa, Roque Santos, Geraldo Del Rey
- Sinopse:
- Ambientado no sertão nordestino, conta a história do casal de camponeses nordestisnos Manuel e Rosa e do envolvimento com as duas principais maneiras de contestação social que se desenvolveram na região: o messianismo religioso e o cangaço.
- Por que assistir?
- É um dos mais importantes do cinema brasileiro e o mais representativo do Cinema Novo e da chamada "estética da fome".
O que estão falando deste filme?
Existem 4 opiniões para o filme "Deus e o Diabo na Terra do Sol"
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Para o Lima
dizer que os filmes brasileiros não são de qualidade e que Glauber Rocha é um péssimo exemplo de bom cinema é pretensão em excesso! Subestimar e até ironizar a importância de Glauber, Sganzerla, Nelson Pereira dos Santos, Jabor, Kouri, entre muitos outros mestres do cinema nacional é triste! Algumas coisas não podem cair num juízo de gosto, dizer que um filme é obra-prima ou não, não cabe a nós meros mortais! Há estudiosos que passam anos estudando a fundo filmes e teóricos que dissertam sobre esses! Pretensioso é dizer que os filmes do Glauber tem péssima estrutura narrativa ou dizer que Ano Passado em Marienbad está longe de ser uma obra-prima (um filme visionário, obra aberta por excelência, numa discussão profunda sobre o tempo e a memória, dirigida pelo mestre de importância inegável pro cinema mundial, Alain Resnais) ou que Jules et Jim (uma mulher para dois) é um péssimo filme da Nouvelle Vague - movimento que você, Lima, não gosta -, seus comentários são no mínimo engraçados... rejeitar a Nouvelle Vague é rejeitar a importância de Chabrol, Godard, Truffaut, Resnais, Rohmer, Rivette, gênios INCONTESTÁVEIS do cinema. Se você não consegue entender esses filmes, captar sua mensagem, e perceber o quanto são densos, profundos, e o quanto dizem para humanidade, e principalmente como o fazem, sinto muito. Mas seja mais despretensioso nos seus comentários, vá ler algum texto do Bazin, Delleuze, Bergson, Eco, Dubois, Benjamim e etc. Ou procure boas fontes sobre a história do cinema ou textos que dissertem complexamente sobre o cinema. Enfim, construa uma base teórica sólida para validar sua argumentação! No mais... pena! ah! já deu pra observar como você desvaloriza o que é nacional, o que é brasileiro... até nossa língua você assassina... cuidado com os erros ortográficos e gramáticais! no mais... um abraço! leia com atenção, essas palavras não são alfinetadas irresponsáveis e mal-intecionadas... no máximo alfinetadas que te instiguem a ir atrás do que lhe falta.
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é de 1964 mesmo?
a obra maxima do diretor e observem ele nao tem data poderiamos dizer foi realizado em 2004 de tao atual glauber é genio
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Para o Lima (resposta)
Reforçando: Glauber Rocha tinha péssima narrativa, quer você goste ou não. Reforçando 2: Nouvelle Vague nunca me disse nada e nunca vai dizer, crer você goste ou não. De todos os brasileiros que você citou, só dos Santos é grande, o resto, é resto. Escreve-se Khouri, e não Kouri, e ele é um ridículo com complexo de Bergman. Ano Passado em Marienbad é um filme comum, que não me diz nada, quer você goste ou não. Godard?!?! Meu deus!! Outro que nunca soube fazer cinema. Alias, soube, para os intelectualóides, não eu! Jamais lerei os textos dos nomes citados por você, pois em primeiro lugar tenho mais o que fazer, e segundo tenho minha opinião sobre cinema (adquirida frequentando cineclubes e vendo tudo que existe de mais "esquisito" no cinema, desde meus doze anos de idade, quando todo mundo da minha idade só queria assistir Rambo), e não serão alguns intelectualóides que irão mudar. Se você muda, paciência. Quanto ao seu texto ele é muito inseguro. Se você quer dar uma opinião, dê, não fique enrolando! Acontece que a sua opinião sobre mim é vazia, pois, pela minha lista de filmes (que você pelo visto deu-se ao trabalho de ler um por um, o que muito me honra, obrigado.) você sabe que tenho bom gosto para cinema, e aí ficou sem saber o que escrever. O "meu erro" é não concordar com a sua opinião. Ou seja: Você está muito preocupada com a minha opinião, falta-lhe personalidade. Ou afinal você pensa que eu vim neste mundo para agrada-la? Abraços!
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Passado, presente ou futuro?
Tive a oportunidade de rever este clássico do cinema brasileiro e encontrar nele aspectos que mostram o quanto Glauber era um visionário.

