Martin Scorsese faz com sua adaptação da obra de Edith Wharton uma clara crítica a burguesia nova-iorquina do fim do século XIX. A história do filme nos mostra como a hipocrisia era a filosofia de vida dessa classe social na qual as pessoas mantinham uma fachada de felicidade que muitas vezes escondia problemas pessoais, familiares e profissionais.